Na lavanderia, ainda de pernas bambas, empinava mais e mais sua bundinha. Olhava para trás e sorria. Seu olhar revelava o tesão. Pelas suas pernas ainda escorriam meu gozo.
- Como o senhor é fantástico!.
Mas sua sede pelo meu pau não havia acabado ainda. Queria que eu metesse em várias posições. Aquele dia, o tanque a esperava, cheia de roupas, que começou a esfregá-las e empinou mais e mais a bunda. Queria que eu a desejasse muito mais e que viesse comer seu cuzinho, ali, naquela posição, quase que de frente para a janela da vizinha fofoqueira, que se visse tal cena morreria de inveja.
- ”Senhor Dudu, você é um delicioso e demorou muito a vir até mim”, ela me disse não dispensou esforços quando se abaixou para pegar o cesto de roupa e deixar seu cuzinho bem à mostra, quando a observava de longe.
Tirava as roupas do cesto e colocava-as no tanque e era perceptível ver os arrepios por todo o corpo, um tesão louco enquanto o chefinho só a olhava e media-a a cada centímetro. Continuou o serviço para não atrasar mais o almoço. Ficou lá seminua, a se deliciar com todo aquele prazer interior. Quando ela sentiu minha mão quente em sua barriga, que descia para sua buceta, que nesse momento ficou ensopada, e meu pau a se encaixar na sua bunda, não resisti e comecei a querer subir pelas paredes, mas empinei mais ainda a bunda dela e segurei seu cabelo e disse:
- É isso que você quer? Coloquei a cabecinha do meu pau naquele cuzinho apertadinho e ela estremeceu de tesão e confessou:
- Senhor Dudu, guardei-o para que o senhor fosse o primeiro.
Aquilo me deixou mais tarado e cheio de tesão ate encaixar deliciosamente, e penetrar. Fiz sentir cada centímetro entrar, o que a deixou enlouquecida e um gritinho de prazer saiu de sua linda boca, que eu tapei e a dominei por completo. A possui como minha empregadinha vadia. Eu enfiava com carinho, o que a fazia ficar com mais tesão ainda. Mas de repente comecei a enfiar mais rápido e a puxava pelos cabelos e minhas bolas batiam na sua xaninha. Era uma mistura de prazer e dor. Afinal nunca um homem comeu aquele cuzinho. Todo apertadinho e rosadinho. Meu pau parecia um leão faminto que devora sua presa. Tal voracidade deixava sua buceta cada vez mais molhada. Eu comia seu cu e apertava teus seios, dava tapas na bunda. Ela apoiada no tanque gozou gostoso com meu pau no seu rabo.
Que delicia. Gozei tanto que o almoço atrasou. Ela ficou de pernas bambas, se apoiou em mim e disse coisas no meu ouvido. Beijamos-nos. Sentei numa cadeira e a abracei e ficamos assim por um bom tempo. O cheiro de sexo pelo apartamento, dois corpos nus e suados de prazer. Como eu tinha compromisso a deixei terminar de preparar o almoço e fui para o banho.
Pena que ela só vem limpar a minha casa uma vez por semana. Snif.

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