
Ela chegou para limpar minha casa com um vestido menor do que seu número normal. Bem sensual, de um tecido mole. Conforme se mexia balançava sem mesmo ter vento. Se ela puxava para baixo mostrava um pouco do seio e quando subia a polpinha da bunda ficava saliente. Muito safada. Fez de propósito só para me deixar maluco. Ao arrumar a cama, a danadinha teve que ficar em cima, de quatro, e deixar a bundinha bem arrebitada, com uma minúscula calcinha branquinha enfiada no reguinho. Ela tentava baixar a saia de um lado, mas subia do outro. Com toda intenção do mundo me provocava. E eu, para corresponder, passeava pela casa de cueca.
Passei por ela seminu e percebi que sua calcinha estava molhada. Para se exibir mais ainda, ela deixou cair a flanela no chão. De propósito. Observei o levanta e abaixa dela atentamente, o que me excitou e me deixou de pau duro. Ela percebeu e me atentava ainda mais. E meu volume cresceu nitidamente dentro do samba-canção.
Ao arrumar a cama e sem esperar, cheguei por trás, peguei-a pela cintura, mandei ficar na beira da cama de joelhos e ela perguntou:
- “Como, assim?”
Fez-se de inocente, de que não sabe o que iria acontecer. A conduzi pelo braço, mesmo dizendo que não, mas não liguei. Simplesmente a coloquei na beira da cama.
- ”O que o senhor está fazendo? Que é isso? Sou uma moça de família?” - disse.
Mas para alegria dela nem dei ouvidos. A deixei numa posição gostosa. Empinei a bundinha e baixei a cabeça.
- ”Não posso perder essa chance”, pensei comigo.
Rasguei sua calcinha, passei o dedo na xaninha e lambi os dedos, excitando-a demais. Sua vontade de ser possuída por mim se tornou mais voraz. Abri aquela bucetinha gostosa.
- “Você não saí de meus sonhos” - ela me confessou.
Com essa revelação a provoquei muito. Mexi no grelinho e brinquei com os pelinhos arrepiados... hummm... O tesão dela aumentou. Eu, bem safado, só cutuquei com o dedo aquela xaninha que já estava toda molhada.
- ”Rebola minha empregadinha”, ordenei.
E ela, boa empregada que é, rebolou gostoso no meu dedo.
- ”Me com...”.
Antes de ela pedir a interrompi.
- “Fica quietinha, quem manda aqui sou eu”.
Mas ela não consegue ficar quieta e começou a gemer gostoso.
- ”Isso mesmo, geme gostoso, mas não fale nada”, disse para ela.
Deslizei meu dedo sobre sua bucetinha. Desci e subi. Parei no teu clitóris e esfreguei tanto que o tesão fez com que ela abaixasse a bunda para deitar e sem ela esperar dou um tapa na bunda e bravo, ordenei:
- ”Fica de quatro!”
Deixei essa putinha maluca. Quanto mais gemia, mais enfiei o dedinho bem gostoso e alternava com a língua. Tirei o dedo, chupei e senti o gostinho delicioso dela, o que a deixou mais excitada. Ela devia imaginar que meu dedo é meu pau, que é bem mais grosso e gostoso. Aumentei o ritmo e ela delirou. De repente tirei e passei o dedo, todo melado, no seu cuzinho, sem enfiar. Só esfreguei e aticei. Enfiei o dedo no meio da sua buça novamente, mas dessa vez com mais rapidez o que a fez perder os sentidos e começar a gozar. Gritava e gemia como uma vadia, uma puta safada. Eu tinha um leve sorriso no rosto. Ela percebeu que meu pau estava muito duro. Dei um beijo delicioso de língua e disse:
- ”Vai assim, toda melada, para a cozinha e me espere lá, que seu patrão já chega.”
Ela, boa empregada que é, foi. Continua em breve...
Passei por ela seminu e percebi que sua calcinha estava molhada. Para se exibir mais ainda, ela deixou cair a flanela no chão. De propósito. Observei o levanta e abaixa dela atentamente, o que me excitou e me deixou de pau duro. Ela percebeu e me atentava ainda mais. E meu volume cresceu nitidamente dentro do samba-canção.
Ao arrumar a cama e sem esperar, cheguei por trás, peguei-a pela cintura, mandei ficar na beira da cama de joelhos e ela perguntou:
- “Como, assim?”
Fez-se de inocente, de que não sabe o que iria acontecer. A conduzi pelo braço, mesmo dizendo que não, mas não liguei. Simplesmente a coloquei na beira da cama.
- ”O que o senhor está fazendo? Que é isso? Sou uma moça de família?” - disse.
Mas para alegria dela nem dei ouvidos. A deixei numa posição gostosa. Empinei a bundinha e baixei a cabeça.
- ”Não posso perder essa chance”, pensei comigo.
Rasguei sua calcinha, passei o dedo na xaninha e lambi os dedos, excitando-a demais. Sua vontade de ser possuída por mim se tornou mais voraz. Abri aquela bucetinha gostosa.
- “Você não saí de meus sonhos” - ela me confessou.
Com essa revelação a provoquei muito. Mexi no grelinho e brinquei com os pelinhos arrepiados... hummm... O tesão dela aumentou. Eu, bem safado, só cutuquei com o dedo aquela xaninha que já estava toda molhada.
- ”Rebola minha empregadinha”, ordenei.
E ela, boa empregada que é, rebolou gostoso no meu dedo.
- ”Me com...”.
Antes de ela pedir a interrompi.
- “Fica quietinha, quem manda aqui sou eu”.
Mas ela não consegue ficar quieta e começou a gemer gostoso.
- ”Isso mesmo, geme gostoso, mas não fale nada”, disse para ela.
Deslizei meu dedo sobre sua bucetinha. Desci e subi. Parei no teu clitóris e esfreguei tanto que o tesão fez com que ela abaixasse a bunda para deitar e sem ela esperar dou um tapa na bunda e bravo, ordenei:
- ”Fica de quatro!”
Deixei essa putinha maluca. Quanto mais gemia, mais enfiei o dedinho bem gostoso e alternava com a língua. Tirei o dedo, chupei e senti o gostinho delicioso dela, o que a deixou mais excitada. Ela devia imaginar que meu dedo é meu pau, que é bem mais grosso e gostoso. Aumentei o ritmo e ela delirou. De repente tirei e passei o dedo, todo melado, no seu cuzinho, sem enfiar. Só esfreguei e aticei. Enfiei o dedo no meio da sua buça novamente, mas dessa vez com mais rapidez o que a fez perder os sentidos e começar a gozar. Gritava e gemia como uma vadia, uma puta safada. Eu tinha um leve sorriso no rosto. Ela percebeu que meu pau estava muito duro. Dei um beijo delicioso de língua e disse:
- ”Vai assim, toda melada, para a cozinha e me espere lá, que seu patrão já chega.”
Ela, boa empregada que é, foi. Continua em breve...
Nenhum comentário:
Postar um comentário