terça-feira, 25 de agosto de 2009

Olivia Wilde

A doutora na série House



























domingo, 23 de agosto de 2009

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

A loira e a morena, uma fantasia a três - Final

Ao sair do banheiro sendo puxado e beijado pelas duas comecei a conversar com elas. E aos poucos descobri mais sobre as duas. Andréia narrou como foi o dia que pela primeira vez se amaram.

Ana é filha de um rico empresário, do setor hoteleiro, e Andréia trabalhava como recepcionista, em um dos hotéis. Ana tinha 17 anos quando conheceu sua amiga, e agora amante. Hoje Andréia tem 28 anos e Ana 24.

Dizem que foi paixão a primeira vista, pois Andréia estava noiva, mas ao ver Ana sentiu um arrepio por dentro. Um fogo que ardia, mas não doía. Uma sensação de prazer e medo, pois nunca sentira aquilo por outra mulher. Passou uma semana que se conheceram e já eram amigas. Numa bela tarde de sol, Ana pediu para Andréia levar um iogurte para seu quarto. Andréia disse que pediria ao garçom do hotel, porém Ana esbravejou dizendo que não, que tinha de ser ela. Percebeu que tinha algo no ar, pegou a bebida láctea e subiu, com o pressentimento do que iria acontecer.

Chegou ao quarto e viu Ana só de shortinho lycra, sem calcinha, enfiado na bucetinha. Os peitinhos arrepiados e durinhos. Ana pegou o iogurte e derramou sobre teus seios. Andréia paralisada, sem saber o que fazer disse que iria embora, mas Ana disse:

- Venha me limpar!

E lá foi ela em direção ao banheiro para pegar uma toalha, mas Ana, safada como nunca, pediu que fosse com a língua. Andréia disse que não, que jamais faria isso, mas por dentro o desejo e a vontade de ter uma nova experiência falavam mais alto. Ana passava o dedo no iogurte e limpava no biquinho durinho.

Andréia hipnotizada por aquela cena se aproximou, até chegar perto o suficiente para tocar o corpo da filha do patrão. Ana estremeceu toda e já dava para ver o shortinho umedecido de tanto tesão. Andréia não teve dúvidas e logo lambeu o iogurte. Esfregava o rosto naqueles seios rosadinhos e durinhos. Tirou a calcinha da patroazinha e ela mesma jogou iogurte na bucetinha, raspadinha e molhadinha. Chupou tanto ela, que um mês depois tinha largado do noivo e resolvido morar com aquela adolescente. Fizeram uma promessa de uma delas jamais iria dar a buceta para nenhum homem. Pelo menos até aquela noite que me encontraram.

Depois de contar como se conheceram, Andréia deitou-se quase desmaiada, mas Ana tinha um fogo que não apagava. (E quem disse que sou bombeiro para apagar fogo de mulher? Sou é piromaníaco! Quero é atear mais fogo ainda.) Ana me provocava, abria as pernas e se masturbava. Como tinha os seios fartos conseguia passar a ponta da língua em teus biquinhos. Nem preciso dizer que meu pau levantou novamente. Ela viu e não resistiu, veio em minha direção ávida para engoli-lo, mas não deixei. Com uma das mãos, peguei-a pelos cabelos e com a outra no meu pau. Comecei a bater na cara dela com meu cacete duro. Ela dava risada e pedia para bater mais ainda, como uma puta.

A puxei e a levei para a cozinha. Disse que estava com fome e queria algo pra comer. Ela pegou um bolo na geladeira, quando colocou em cima da mesa cheguei por trás e enfiei meu pau quente na sua bucetinha, apertadinha, sem que ela tivesse tempo de reagir. Ela tentou gritar por Andréia, mas tapei sua boca e conforme meu vaivém aumentava ela se entregava, até o ponto de me xingar, por todos os nomes possíveis, como uma cadela. Meu pau duro e grosso entrava e saia daquele vulcão que começou a explodir, ela pedia, com muito tesão, mais, mais, mais.

Coloquei-a em cima da mesa, abri bem suas pernas e comecei de novo. Ela urrava de prazer. Andréia não ouvia porque ao sair do quarto havia fechado a porta. A da cozinha também. Assim ela poderia pensar que eu apenas comia o cuzinho da amante, caso ouvisse. Fiz Ana gozar mais umas duas vezes naquela posição. Ela ficou preocupada. Pois tinha quebrado uma promessa de anos com sua namorada. Disse a ela, que seria um segredo de nós dois.

Mesmo assim ela ficou preocupada e saiu na sacada, nua, por volta das 04h00, para fumar e pensar no que tinha acontecido. Fui até o quarto onde Andréia dormia. Comecei a beijar sua coxa. Ela estava com a bunda pra cima. Subi os beijos pelo lado de dentro. Ela não estava totalmente a dormir. Abriu as pernas e empinou aquela bundinha gostosa, para minha língua ir mais fundo ainda. O néctar que dali saia me deixava com o pau mais duro ainda. É inacreditável como elas me deixam de pau duro com facilidade. Ela empinou mais ainda a bunda. Abri com meus dedos. Fiquei de joelhos e fui como se fosse beijar sua nuca simplesmente.

E da mesma forma que fiz com Ana, coloquei de uma só vez. Para minha surpresa ela não reagiu e começou a rebolar. Disse que há muito tempo não sentia o prazer, de ter um pau grosso na xana. Foi uma transa maravilhosa. Como rebolava gostoso. Mesmo quando eu batia na sua bunda ela gemia de tesão, de prazer. Ela se virou e pediu para fazermos um papai e mamãe. Ela envolveu as pernas em mim e meu pau entrava mais gostoso, numa posição de frango assado. Meu pau latejava de tesão. O gozo chegava e ela apertava a buceta ainda mais. Tirei o pau pra fora e gozei em cima do cuzinho dela, nessa posição mesmo. Da mesma forma, combinamos de ser um segredo nosso.

Eram 05h00. Deitamos e ficamos agarradinhos. Ana chegou e viu a porra no cu da namorada e disse que éramos dois tarados, sem desconfiar de nada. Ela deitou-se do meu outro lado, me abraçou e dormimos. Acordei era quase meio-dia. Levantei, tomei um banho e fui embora. Até hoje como as bucetas delas. Sem que nenhuma saiba da outra. E quando nos encontramos os três juntos, só as enrabo. Essa foi a forma que encontrei, para vingar em ser o homem objeto destas duas taradas, a loira e a morena.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

sábado, 15 de agosto de 2009

A loira e a morena, uma fantasia a três - Parte 4

Andréia desceu da cama, com aquela bundinha gostosa, arrebitada, redondinha... hummm. Meu pau endureceu novamente ao ver aquela cena. Ela engatinhou até o chuveiro, rebolou, sendo puxada pelos cabelos por Ana. Essas duas são mais que putinhas. São taradas mesmo. Só que dentro do banheiro as coisas mudaram. Ana passou a ser a serviçal e Andréia a dominadora. Andréia ordenou à amiga que me banhasse enquanto ela se masturbava.

- Chupe a rola dele.

Ordenava ela com autoridade. E a outra, como uma cadelinha, acatava as ordens de Andréia, que estava sentada na banheira. (Sim elas têm banheira no apartamento e que delícia é fazer amor dentro dela com duas mulheres. Mas isso será narrado mais adiante.) A loira chupava minha rola como uma louca. Passava a língua de cima até embaixo e chupava minhas bolas enquanto alternava com uma punheta. E subia a língua, deixando só a cabeça do meu pau dentro da boca, onde ela começava a sugar de tal maneira que minhas pernas tremiam. Ela percebeu e fazia isso com mais tesão ainda. Ela louca e a morena também, se masturbava, vendo a cena e eu doido sendo chupado. Uma loucura geral. Andréia viu que eu estava quase para gozar e veio chupar a parte de trás de minhas coxas grossas, duras e peludas (e trêmulas). Enquanto a amiga chupava meu cacete duro. O gozo começou a vir e Ana de joelhos colocou a língua para fora enquanto Andréia deitou-se entre minhas pernas e ficou de boca aberta para esperar os respingos da minha porra quente. Não agüentei e segurei firme meu pau comecei a gozar. Minha porra jorrou na boca da loira que deixava cair na cara da morena. Andréia se levantou na minha frente ajoelhou-se e começou a limpar meu cacete. Com sua boca carnuda e quente.

Pensam que acabou por aí? Que nada, a noite apenas começava. Eram ainda aproximadamente 01 hora da madrugada. As duas começaram a me lavar. Ensaboaram-me e depois me enxaguaram. A morena mandou a loira colocar as mãos na parede e arrebitar bem a bunda, pois ia sentir como é gostoso uma rola grossa entrar no cuzinho. Nem esperei a ordem dela e já fui com meu pau duro na direção daquela bundinha, queimadinha do sol e com aquela marquinha de biquíni. A pele fresca e macia. Não tinha como ficar de pau mole. Ele endurecia rapidinho. Quando encostei meu pau na bundinha dela, vi teus pelinhos arrepiarem-se, o que me deixou com mais tesão ainda. Passava a cabecinha dele pra baixo e pra cima no reguinho dela, mas quando descia até a xaninha ela ia para frente, como se dissesse, aí não. E eu louco para comer aquela bucetinha rosada, depiladinha. Não agüentei me ajoelhei e comecei a beijar aquela flor que estava inchada de tesão. Passava a língua de um lado para o outro e enfiava dentro junto com meu dedo indicador, sentido o néctar que dali saia. Andréia ficou louca e veio chupar os peitos de Ana. Mordisquei, com meus lábios, os lábios daquela buceta carnuda. Ela delirava. E em seguida eu chupava e sugava tudo. Ela começou a rebolar na minha cara enquanto chupava a língua de Andréia. Aumentei o ritmo ali e ela começou a gozar na minha língua. Ficou louca de tanto tesão que me xingava de tudo. Levantei-me e Andréia pegou no meu pau e já foi abrindo a bundinha da amiga e empurrando meu cacete pra dentro daquele cuzinho apertadinho. Comecei enfiar devagarzinho e fui aumentando aos poucos. Ela gemia me deixando maluco.

Dei uns bons tapas naquela bundinha e ela gemia mais gostoso ainda. Andréia sem nos avisar ligou o chuveiro morno, a água começou a cair bem em cima da bundinha e do meu pau e conforme o vaivém ia acontecendo, o barulhinho da água aos poucos nos excitava ainda mais. A morena se agachou entre nossas pernas e começou a chupar a xaninha da loira. Ela urrava de prazer. Já tinha gozado mais umas duas vezes quando comecei a gemer dando sinal de que vinha minha porra. Neste instante senti o dedo de Andréia entrando junto com meu cacete naquele cuzinho. E senti sua outra mão mexendo no meu saco. E pela terceira vez eu gozava naquela noite. Foi quando tirei e fui comer a bucetinha e para minha supresa Andréia me empurrou e disse:

- Homem nenhum vai comer a buceta da Ana. Ela é só minha!

Fiquei parado e sem reação. Foi quando percebi que ali era apenas um brinquedo na mão das duas. Pensei e resolvi mudar as regras do jogo sem avisá-las.


Continua...

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

A loira e a morena, uma fantasia a três - Parte 3

Andréia me pegou pelo membro rígido e me puxou até o quarto, onde havia uma enorme cama e com a Ana já de quatro, que me olhava por trás com seus lindos olhos azuis e implorava para que eu descobrisse como é seu útero. Andréia me levou até ela e antes de colocar minha clava naquela caverninha, quente e molhadinha, simplesmente curvou-se e começou a chupar a amiguinha. Nossa aquilo me levou mais ainda à loucura. Fiquei paralisado vendo aquela cena e meu pau cada vez mais duro. Ana de quatro e Andréia a chupando por trás. Quando vi a língua dela lambendo o buraquinho de trás, não agüentei. Agarrei Andréia, que também estava de quatro, e meti gostoso. Senti seu gemido e Ana levantar a cabeça e dizer:

- Come essa vaca, come. Essa putinha gosta de rola grossa... Mete nela vai... hummm... hannnn.... Delícia. Me chupa sua putinha.

E parecia que a língua de Andréia estava indo até a cabeça de Ana, pois ela gemia como uma cadelinha no cio. E eu enterrava cada vez mais na xaninha de Andréia e ficava louco ouvindo o gemido das duas. Agarrei em suas ancas e a puxava com força para trás e enfiava com tudo. Nossa ela gozou muito gostoso. Agarrou Ana e começou a mordê-la com a vinda do orgasmo. Ana levantou-se e pediu para que eu não tirasse o pau de dentro da Andréia. Ela deitou-se embaixo de nós e começou a chupar minhas bolas. Eu não conseguia mexer mais, de tanto tesão. Ana tirou meu pau da buceta de sua amiga e colocava no cuzinho dela. Andréia pediu que não. Pois era virgem no cuzinho. O que eu duvidei, pois safada do jeito que é não podia ser. Dei um tapa na bunda dela e disse que ali quem mandava era eu e que ela deveria obedecer. E Ana, safada que é, simplesmente enfiou o dedo no cu dela. E ela deu um grito de dor misturado com prazer. Toda a vizinhança deve ter ouvido. Mas quem se importa com a vizinhança naquela situação? Ela gemia, gemia, gemia até que não agüentou e disse com tesão:

- Enfia esse pau grosso no meu cu seu vadio. Me fode gostoso. Vem... Me come safado.

Não pensei duas vezes e enterrei meu pau no cuzinho apertadinho dela. Ela berrava como uma louca. Ana desceu para mamar nas tetinhas dela. Eu enfiava gostoso. Rápido, mas com carinho o que deixava ela mais tesuda e excitada. Minhas mãos apertavam a bunda dela que gemia gostoso. Rebolava como se dançasse forró. Que maravilha ver aquela cena. Ela de quatro a rebolar com meu pau no cu e sendo chupada na teta por outra mulher. Senti que ela estava para gozar e foi aí que comecei a aumentar a velocidade do vaivém. Pois ela vinha e eu ia numa perfeita sincronia. Ana percebeu o gozo da amiga vindo e veio lamber meu pescoço para que eu gozasse também. Era incrível como ela sentia prazer em ver a amiga a dar o rabo. Mas quando ela começou a esfregar aqueles peitões em minha costa com os biquinhos durinhos, apertei ainda mais a bunda da cadelinha que estava de quatro com minha vara dentro de si. A agarrei pelos cabelos enquanto os peitos de Ana desciam pela minha costa e se esfregava na minha bunda e subia me beijando e me mordendo. Não agüentei. Comecei a xingar as duas:

- Suas cadelas... É porra que vocês querem... Safadas, putinhas... Toma sua cadela.

Foi quando Andréia começou a gozar e pedir para que não parasse mais. Não agüentei. E comecei a gozar dentro do cu dela. Nesse momento parecia que o mundo não tinha chão. Voava parado. Nossa gozei um monte, tanto que ao tirar o pau de dentro dela não parava de sair porra junto. E adivinhem o que Ana fez? Sim. Chupou o cuzinho da amiga molhado com minha porra. Que safada.

Andréia, depois de ser chupada e fodida, levantou-se e colocou Ana deitada com a bunda em seu colo e começou a dar tapinhas dizendo que ela era culpada por tudo aquilo e que agora ela é que ia sentir o que é ter um pau grosso no cu. Mas essa fica para a próxima.

Continua...

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

A loira e a morena, uma fantasia a três - Parte 2

Elas foram embora com certa pressa. Ao sair do supermercado, eu ainda estava na fila, Andréia se virou e com um sorriso maroto me enviou um beijo, o que me deixou novamente de pau duro. Fui para o trabalho com as duas em meu pensamento. Como disse antes, imaginava que era um sonho, onde elas quiseram curtir com minha cara. Não sou tão bonito assim. O que elas viram em mim? Passei o dia todo com esta pergunta martelando em minha cabeça.

Bem, chegou o fim do expediente e resolvi passar pelo endereço que elas me deram. Não tínhamos combinado horário, eram umas 18h10 (o prédio que elas moram é perto de meu trabalho, por isso o fato de tê-las encontrada tão à vontade fazendo compras). Um prédio bonito, com sacadas e uns mosaicos de azulejos na parte frontal. Um belo lugar para se morar. Vi que o esquema de segurança era forte. Passei batido, não parei, pois estava com pressa em ir para casa tomar um banho. Ao ver uma morena que passava pela rua, eu não resisti e lembrei do sopro da Ana em minha nuca e da Andréia, a pegada que deram em mim por cima da calça, o beijo delas, não teve jeito, meu tesão aumentava mais e mais.

Ao chegar à minha casa fui logo me despindo e nem esperei a água esquentar, tomei banho direto. Por relembrar de tudo que tinha acontecido à tarde comecei a punhetar. Quando estava quase para gozar parei para ficar com mais tesão ainda e, claro, guardar todo meu leitinho para elas - a essas alturas nem pensava mais que poderia ser curtição delas, só queria chegar logo lá.

Banho tomado, cheiroso e camisinhas no bolso. Estava preparado para a realização de um sonho. Cheguei ao prédio eram mais ou menos 23h00. Apresentei-me na portaria e pedi pelas meninas do Ap. 1013. Final 13, definitivamente Zagallo tinha razão, é um número de sorte. O porteiro me liberou e quando entrei no elevador, meu amiguinho começou a se levantar novamente. A excitação era tamanha que eu sentia suas vibrações dentro da calça, as veias cresceram devido o fluxo sangüíneo que ali corria. O elevador do edifício delas é daqueles que sai de frente com a sala. Neste edifício é um apartamento por andar. A ansiedade aumentava. A sensação era de que eu participava de um filme.

Quase caí duro quando a porta do elevador abriu. Lá estava Ana, com um babydol transparente, uma calcinha branca fio dental e sem sutiã. E aqueles biquinhos que estavam mais duros que aquilo que elas desejavam e que eu tenho entre as pernas. Ela simplesmente me chamou sem dizer uma palavra, apenas gesticulou com seu lindo dedinho. Caminhei em sua direção, com um frio na barriga, pois sabia que aquilo não era sonho. Eu estava de camiseta, calça jeans e botas, apesar de não se caubói. Ela enroscou seu braço em volta de meu pescoço e disse boa noite e contornou meus lábios com a língua. Foi quando percebi que a Andréia estava saindo do banho, enrolada numa toalha, cabelos molhados e cheirosos.

Ela veio em minha direção com os lábios entre os dentes, quando senti a mão de Ana a escorregar pela minha costa até chegar à bunda e depois meu pau. Andréia se aproxima e penso que ela vai me dar um beijo, mas ela se vira e lasca outro beijo de língua na Ana. Putz, eu não sabia se ficava triste ou com tesão. Misturou tudo. Ela, com um olhar sedutor e safado ao mesmo tempo, me sussurrou:

- A Aninha já teve muitos beijos por hoje. Agora é você que vai nos beijar e ser beijado.

E começaram a beijar meu pescoço e a acariciar meu corpo todo. Tiraram minha roupa e beijavam por onde elas passavam as mãos.

Andréia beijava minha boca, chupava minha língua enquanto Ana descia seus beijos pelas minhas coxas e subia até encontrar meu membro duro. Ela não teve dúvidas. Engoliu inteiro e começou a mordê-lo, com muito tesão. Andréia não se conteve e também se ajoelhou e pediu meu cacete em sua linda boca. As duas começaram a passar a ponta de suas línguas nele o que me levou a loucura. E de vez em quando elas se beijavam com meu pau no meio de suas bocas. Que delícia, fico com ele duro só de lembrar. Chuparam-me gostoso até que não agüentei e comecei a gozar na cara das duas. Elas davam risada e pediam mais. Meu Deus que mulheres insaciáveis. Levantaram aos beijos com minha porra em suas bocas. Olharam-me e Ana disse:

- Ainda não acabou gostosão!

Convidaram-me para ir ao quarto. Eu fui
Continua...

terça-feira, 11 de agosto de 2009

A loira e a morena, uma fantasia a três - Parte 1

Como foi bom sentir o suave toque da loira e sentir os lábios daquela morena. Tudo começou quando fui ao supermercado comprar um simples iogurte. Ao chegar, fui direto para a gôndola dos frios e bebidas lácteas. Foi quando vi uma dupla. Duas gatas. Lindas. Olhavam os preços de cervejas. Ana (a loira) e Andréia (a morena) pareciam deusas saídas da Odisséia. Senti um tremor quando Ana me olhou e balbuciou alguma coisa para Andréia. Ambas me olharam e começaram a rir. Fiquei sem jeito, confesso, mas encarei as duas, fiquei sério e continuei a caminhar tranquilamente a olhar as mercadorias. Afinal não sou um homem sarado, mas tenho meu charme. Fui surpreendido, com o iogurte na mão, por um leve sopro na nuca. Nem preciso dizer que o arrepio se transformou em excitação e que ao me virar passei vergonha. Pois estava com uma calça sarja, de tecido mole, e ao ver aquela estonteante loira, com um sorrisinho safado, não agüentei, fiquei maluco ao ponto de Andréia não se conter e vir em nossa direção e exclamar:

- Nossa! Mas já está assim? Imagina se você nos visitar hoje à noite então?

Bem depois desta cantada pedi o número do telefone delas. Elas preferiram dar apenas o endereço. Achei que estavam de gozação. Mas mesmo assim aceitei e resolvi encarar. A Ana estava com um shortinho de tecido macio e uma blusinha amarela, com sutiã preto e mesmo assim eram perceptíveis os biquinhos durinhos. Percebi que os pêlos doirados de suas pernas estavam arrepiados. Já Andréia parecia que estava indo para a academia, pois estava com uma calça lycra, dessas de academia e também uma destas blusinhas justas, dando ainda mais volume aos teus voluptuosos seios. E que seios! No umbigo, um piercing para dar o toque final da sedução.

Comecei a acompanhá-las pelo mercado. Uma conversa gostosa surgiu o que nos fez se conhecer melhor. Andréia se formou em educação física e Ana era assistente social. Ana foi até uma geladeira que estava à venda e ergueu teu shortinho, se insinuou me deixou doidinho. Ao chegarmos à seção de vinhos, comentei sobre um cabernet que tinha provado e gostado. A loira pegou a garrafa e colocou-o no carrinho, me olhou abraçada à morena e disse:

- Você vai ter que beber este vinho e eu serei a taça!

Na seqüência ela puxa a morena pelos cabelos, atrás da nuca, deu-lhe um beijo de língua maravilhoso. Uma cena que não resisti. Acariciei por cima da calça meu amigo que já estava abrasado. A morena pegou minha gravata e me conduziu até perto delas. Deu-me um beijo quente, enquanto a loira pegou no meu pau. Despediram-se e se dirigiram à fila do caixa. Antes a morena sussurrou para mim “te esperamos ainda hoje” e minha resposta foi rápida: “podem deixar, não esquecerei o iogurte”. A morena saiu apressada e me deixou ali com muito tesão.

Continua...

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

A Diarista - última parte

Na lavanderia, ainda de pernas bambas, empinava mais e mais sua bundinha. Olhava para trás e sorria. Seu olhar revelava o tesão. Pelas suas pernas ainda escorriam meu gozo.

- Como o senhor é fantástico!.

Mas sua sede pelo meu pau não havia acabado ainda. Queria que eu metesse em várias posições. Aquele dia, o tanque a esperava, cheia de roupas, que começou a esfregá-las e empinou mais e mais a bunda. Queria que eu a desejasse muito mais e que viesse comer seu cuzinho, ali, naquela posição, quase que de frente para a janela da vizinha fofoqueira, que se visse tal cena morreria de inveja.

- ”Senhor Dudu, você é um delicioso e demorou muito a vir até mim”, ela me disse não dispensou esforços quando se abaixou para pegar o cesto de roupa e deixar seu cuzinho bem à mostra, quando a observava de longe.

Tirava as roupas do cesto e colocava-as no tanque e era perceptível ver os arrepios por todo o corpo, um tesão louco enquanto o chefinho só a olhava e media-a a cada centímetro. Continuou o serviço para não atrasar mais o almoço. Ficou lá seminua, a se deliciar com todo aquele prazer interior. Quando ela sentiu minha mão quente em sua barriga, que descia para sua buceta, que nesse momento ficou ensopada, e meu pau a se encaixar na sua bunda, não resisti e comecei a querer subir pelas paredes, mas empinei mais ainda a bunda dela e segurei seu cabelo e disse:

- É isso que você quer? Coloquei a cabecinha do meu pau naquele cuzinho apertadinho e ela estremeceu de tesão e confessou:

- Senhor Dudu, guardei-o para que o senhor fosse o primeiro.

Aquilo me deixou mais tarado e cheio de tesão ate encaixar deliciosamente, e penetrar. Fiz sentir cada centímetro entrar, o que a deixou enlouquecida e um gritinho de prazer saiu de sua linda boca, que eu tapei e a dominei por completo. A possui como minha empregadinha vadia. Eu enfiava com carinho, o que a fazia ficar com mais tesão ainda. Mas de repente comecei a enfiar mais rápido e a puxava pelos cabelos e minhas bolas batiam na sua xaninha. Era uma mistura de prazer e dor. Afinal nunca um homem comeu aquele cuzinho. Todo apertadinho e rosadinho. Meu pau parecia um leão faminto que devora sua presa. Tal voracidade deixava sua buceta cada vez mais molhada. Eu comia seu cu e apertava teus seios, dava tapas na bunda. Ela apoiada no tanque gozou gostoso com meu pau no seu rabo.

Que delicia. Gozei tanto que o almoço atrasou. Ela ficou de pernas bambas, se apoiou em mim e disse coisas no meu ouvido. Beijamos-nos. Sentei numa cadeira e a abracei e ficamos assim por um bom tempo. O cheiro de sexo pelo apartamento, dois corpos nus e suados de prazer. Como eu tinha compromisso a deixei terminar de preparar o almoço e fui para o banho.


Pena que ela só vem limpar a minha casa uma vez por semana. Snif.

domingo, 9 de agosto de 2009

A Diarista - Parte 2

Quando cheguei à cozinha encontrei-a sem calcinha e a descascar batatas. Indaguei porque fazia aquilo.

- Não quero atrasar com o almoço. Foi a resposta.

Disse a ela que não era preciso, pois hoje eu queria primeiro a sobremesa. Ela veio se agachou e me alisou, tirou meu pau que estava duro. Deu um leve beijo na cabeça dele. Isso bastou para ele ficar totalmente ereto. Ela começou a chupar ainda mais, forçava com a mão, tocava uma punheta e chupava ao mesmo tempo. Eu queria gritar de excitação, mas não podia. Minha vizinha poderia me delatar para a Carol (minha namorada na época, nome fictício para ela não me descobrir). Ela engoliu meu pau todo e com a língua lambia a base e meu saco. Era uma gulosa safada e pediu minha porra como uma criança pede um doce. Ao ver aquela carinha de menininha safada não resisti. Comecei a gozar e ela chupava e engolia. Lambia meu pau lambuzado, só com a pontinha da língua, o que deixava um fio de porra entre a língua e a cabeça do meu pau.

Ela me olhava e ria. A levantei. Coloquei-a apoiada na pia, me agachei por trás e comecei a chupar aquela bucetinha gostosa. Lambi bem gostoso. Minha língua subia e descia, ela rebolava e eu chupava. Comecei a sugar aquela xana gostosa, sem que ela tivesse tempo de pedir. Enfiei meu dedo naquele cuzinho apertadinho e ela urrou de tesão. Ela colocou uma das pernas sobre a pia deixando que eu tivesse uma visão privilegiada. Aquele gostinho de buceta me deixou maluco a fiz gozar na minha boca também. E sem tirar ela dessa posição, esfreguei meu pau, coloquei a camisinha, me levantei e com meu pau, que estava duro há muito tempo, enterrei sem muita cerimônia. Ela me xingou, pois não esperava que fosse colocar duma vez. Comecei a meter gostoso num vai vem frenético. Enfiava e tirava rápido e forte. O xingamento dela se tornou em delírio. E quanto mais me xingava, mais eu enterrava. Até ela gozar gostoso novamente.

A tirei daquela posição e sentei na cadeira, trouxe-a para sentar de frente comigo. Comecei a mamar nos belos seios durinhos que estavam à minha frente. Brinquei com eles bem gostoso. Apertava os biquinhos com meus dentes, a deixei louca. Chupava sua língua e apertava os seios. Ela rebolava como uma vadia, tentava se encaixar na minha vara. Eu mais safado ainda, não deixava. Mandei ficar de quatro no chão. Comecei a passar meu cacete no seu cuzinho, esfregava devagar, descia até a buceta e subia. Ela começou a implorar para que a fodesse gostoso. Enfiei lentamente desta vez. Para ela sentir cada milímetro. Meu pau estava duro, pulsava, era possível sentir o sangue ir e vir. Ela rebolava, mordia os lábios quando olhava para mim. Que buceta quente. Carnuda. Molhada. Como não percebi isso antes?

E cada estocada que eu dava, ela gemia gostoso. Uma delicia de mulher. Quando percebi que ela queria gozar de novo, comecei a mexer no grelinho. Enfiava meu cacete duro e mexia no grelinho, ela começou a se contrair e gemer mais alto. Sentir uma mulher a gozar na minha vara é o que me faz querer ainda mais as mulheres. A puxei pelos cabelos e enfiei tudo pra ela gozar bem gostoso. Ela se jogou no chão e disse que estava exausta. Ordenei que ela fosse até a lavanderia. Ela se levantou e foi até lá num rebolado que me provocou ainda mais.

Mas esta última parte fica para outro post...

sábado, 8 de agosto de 2009

A diarista - Parte 1


Ela chegou para limpar minha casa com um vestido menor do que seu número normal. Bem sensual, de um tecido mole. Conforme se mexia balançava sem mesmo ter vento. Se ela puxava para baixo mostrava um pouco do seio e quando subia a polpinha da bunda ficava saliente. Muito safada. Fez de propósito só para me deixar maluco. Ao arrumar a cama, a danadinha teve que ficar em cima, de quatro, e deixar a bundinha bem arrebitada, com uma minúscula calcinha branquinha enfiada no reguinho. Ela tentava baixar a saia de um lado, mas subia do outro. Com toda intenção do mundo me provocava. E eu, para corresponder, passeava pela casa de cueca.

Passei por ela seminu e percebi que sua calcinha estava molhada. Para se exibir mais ainda, ela deixou cair a flanela no chão. De propósito. Observei o levanta e abaixa dela atentamente, o que me excitou e me deixou de pau duro. Ela percebeu e me atentava ainda mais. E meu volume cresceu nitidamente dentro do samba-canção.

Ao arrumar a cama e sem esperar, cheguei por trás, peguei-a pela cintura, mandei ficar na beira da cama de joelhos e ela perguntou:

- “Como, assim?”

Fez-se de inocente, de que não sabe o que iria acontecer. A conduzi pelo braço, mesmo dizendo que não, mas não liguei. Simplesmente a coloquei na beira da cama.

- ”O que o senhor está fazendo? Que é isso? Sou uma moça de família?” - disse.

Mas para alegria dela nem dei ouvidos. A deixei numa posição gostosa. Empinei a bundinha e baixei a cabeça.

- ”Não posso perder essa chance”, pensei comigo.

Rasguei sua calcinha, passei o dedo na xaninha e lambi os dedos, excitando-a demais. Sua vontade de ser possuída por mim se tornou mais voraz. Abri aquela bucetinha gostosa.

- “Você não saí de meus sonhos” - ela me confessou.

Com essa revelação a provoquei muito. Mexi no grelinho e brinquei com os pelinhos arrepiados... hummm... O tesão dela aumentou. Eu, bem safado, só cutuquei com o dedo aquela xaninha que já estava toda molhada.

- ”Rebola minha empregadinha”, ordenei.

E ela, boa empregada que é, rebolou gostoso no meu dedo.

- ”Me com...”.

Antes de ela pedir a interrompi.

- “Fica quietinha, quem manda aqui sou eu”.

Mas ela não consegue ficar quieta e começou a gemer gostoso.

- ”Isso mesmo, geme gostoso, mas não fale nada”, disse para ela.

Deslizei meu dedo sobre sua bucetinha. Desci e subi. Parei no teu clitóris e esfreguei tanto que o tesão fez com que ela abaixasse a bunda para deitar e sem ela esperar dou um tapa na bunda e bravo, ordenei:

- ”Fica de quatro!”

Deixei essa putinha maluca. Quanto mais gemia, mais enfiei o dedinho bem gostoso e alternava com a língua. Tirei o dedo, chupei e senti o gostinho delicioso dela, o que a deixou mais excitada. Ela devia imaginar que meu dedo é meu pau, que é bem mais grosso e gostoso. Aumentei o ritmo e ela delirou. De repente tirei e passei o dedo, todo melado, no seu cuzinho, sem enfiar. Só esfreguei e aticei. Enfiei o dedo no meio da sua buça novamente, mas dessa vez com mais rapidez o que a fez perder os sentidos e começar a gozar. Gritava e gemia como uma vadia, uma puta safada. Eu tinha um leve sorriso no rosto. Ela percebeu que meu pau estava muito duro. Dei um beijo delicioso de língua e disse:

- ”Vai assim, toda melada, para a cozinha e me espere lá, que seu patrão já chega.”

Ela, boa empregada que é, foi. Continua em breve...